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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Verdades que tanto guardei

"Perdão!
Desculpa por estar ausente
Quando você mais precisava de mim

Perdão!
Por não chegar na sua frente
E revelar que eu não sou perfeito assim

Perdão!
Pois tudo que eu mais quero é não me sentir culpado
Estando em braços teus

Perdão!
Só estou tentando ser sincero em te revelar
Todos os erros meus"

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Não merece.

Eu te abomino.
Odeio pensar que, apesar de tudo, você vai continuar a persistir no erro.
Odeio teu sorriso, odeio teu cheiro, odeio tua voz, odeio tudo que tem relação contigo.
Você me faz mal, me deixa mal... Se faz tudo isso, só quer meu mal.
Eu te odeio. 
De verdade.
E o pior, eu sei que nem meu ódio você merece.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pequeno.

A dor não é opicional, meu bem.
Nem dor da (in)conscequência...
Eu sinto por você, meu bem, e você sente por outro e assim vai.
Assim vamos nós.

domingo, 1 de novembro de 2009

Gris


Existe tanta coisa a ser descoberta.
Bem mais do que nós estamos dispostos a descobrir...
Só enxergamos o que convém, o que o óbvio, enfim.
O externo engana.
Um meio sorriso sempre esconde uma meia decepção, uma meia agonia.
O interno sempre guarda.
Um segredo, uma magoa, uma tristeza.
Tão imenso e profundo que às vezes nem se contém, salta aos olhos assim!
Inexplicável. O ego se abala com o nada e de repente lá está ele, mergulhado no próprio caos ou na beirada de um telhado, disposto a exterminar os problemas com um pulo perfeito.
Fitando o horizonte gris, buscando resposta. Sentado no pensamento, engolindo frases, lágrimas e pretensões.
Não há escolha.
Não sei responder.
Foi assim, do nada e para o nada.
Não havia motivos – ou havia?

Cotidiano.

Caminhando por aí, a passos distantes de mim,

passa um, dois, três carros de fumaça.
passa um, dois, três ônibus de gente.
   passa um, dois, três pensamentos de confusão.
  passa um, dois, três amores de ilusão.

-Três amores?
- O de ontem. O de hoje, e quem sabe, e se souber me avise, o de amanhã.