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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

7 de julho.

Bom dia, tarde e noite

Esses poucos meses tem sido tão intensos e imensos que eu só acredito que são de verdade por que eu te tenho. Eu sei que eu não sou a pessoa mais legal do mundo e que meu humor "enxaqueca" é meio difícil de suportar, mas eu amo você. Talvez possa soar banal, mas quando eu digo e repito que te amo, é por que não há mensuração imaginável pro que eu sinto, de verdade. Eu amo o jeito que cê me olha, que cê me aperta, que cê me beija e até o jeito que cê faz cócegas em mim! Eu amo sua paciência, seu jeito de me acalmar e principalmente de me fazer entender quando eu tô errada. Você tem sido o que eu espero, quero e preciso. Você é meu amor lindo, minha namorada, a recompensa pelo tempo de espera.
Não desgruda nunca de mim, viu?

“De manhã, quando você acorda eu gosto de acreditar que você está pensando em mim, e quando o sol entra no quarto pela janela​ ​eu gosto de acreditar que você estava sonhando comigo.” — Birdy. ​

​Te amo mais a cada segundo que o relógio marca.​

Noturno.

Eu não quero que você deixe essa ferida fechar. Ferida fechada vira cicatriz qualquer e cicatriz qualquer é só uma lembrança. Não quero só lembrar de você. Qualquer vontade está associada, ligada, entrelaçada. É aquela linha invisível amarrada ao nossos dedos mindinhos. Você ainda mora em Saturno? Por fim de tardes na praça, por manhãs de bons dias sonolentos, por mais caras de abuso. Eu quero ter você, suas confusões, seus cabelos e sorrisos. Eu quero você! Tudo de você em mim! A porta aberta ainda convida. O choro noturno é correnteza. Volte. Ainda dá tempo

Foi tu

Quando tu apareceu e quis ficar, eu pensei que a gente ia ser. As infinitas possibilidades de ser mais e menos, mas sempre sendo e querendo ser. Ai eu fiquei feliz e todo dia eu acordava querendo ser contigo. Fiz festa pra todas as tuas cheganças e mesmo nas despedidas, conseguia ver a alegria da próxima chegada. Então tudo mudou. Quando tu sumiu sem me explicar e levou nosso ser, eu chorei, amofinei, fiquei tísico. O corado dos lábios e bochechas se apagou, deu espaço ao pálido. Não podia mais fazer festa. Não havia mais chegança. Dessa vez a despedida não anunciou nenhuma volta

Ka.

Eu quero que você leia essas palavras e sinta o peso dos meus dias sem você.
Quero que sinta minha tristeza em ter que ir embora.
Que me veja amargar a ausência dos teus beijos, das tuas risadas, da tua voz me chamando de amor.

Não faz sentido minha mão longe da tua.
Nem meu olho longe das tuas curvas
E muito menos eu sem você.

Pra ti.

Tudo era estável antes de você.
Acordar, tomar banho, tomar café, limpar a gaiola do Romeu, brincar um pouco com a Didi. Sair pro trabalho, voltar pra casa. A rotina dos dias sem bom dia, das tardes longas entre um café e outro, as noites de dormir.
A bagunça boa dos dias com você.
A rotina se manteve, mas a leve bagunça do compromisso com a pressa, do atraso pras aulas, de sentar na praça e entre cigarro e beijo, olho e cheiro, querer um mundo inteiro nas mãos. Eu esperei tempo demais pra ter tudo isso. Tudo isso com alguém que me fizesse dormir e acordar querendo jogar a chatice do cotidiano pro alto e me trancar num quarto de hotel enquanto o mundo explodia lá fora.