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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

V.A.O

Ontem, antes de dormir, eu tava pensando e cheguei a conclusão que o Vida Após Orkut deveria mudar.
O título do blog, pelo menos pra mim, sugere reportagens interessantes e não filosofias blasé, entende? Afinal, o que eu quis mostrar com o Vida Após Orkut é que existe vida 'pensante' após Orkut, que nem tudo na Internet é só MSN, bate-papo, YouTube e, o dito cujo, Orkut.
Mas isso foi ontem.
Hoje a Gabi veio me visitar e eu falei da tal mudança.
Ela concordou em partes, mas disse que não precisa mudar.
De um jeito ou de outro eu tô mostrando que sei pensar mesmo após Orkut, saca?!
Bom, ela não tá errada, mas eu também não.
Ainda não sei se haverá mudanças aqui, preciso estudar melhor essa idéia.
Mas sinto que mudanças são necessárias. Resta saber se serão radicais, parciais ou sei lá o que...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Morrer em Praga

Capa do LivroJoão Baptista Gelpi

Personagens:

- João Baptista Gelpi.
Brasileiro, morando na Europa, aventureiro, rico, 50 anos.

- Lenka Vrsková.
Tcheca, morando em Praga, frágil emocionalmente, 17 anos.

Sinopse:

Um anuncio nada convencional publicado em um jornal por Gelpi “Venha unir-se ao caos da minha vida louca”, trouxe como resposta 140 cartas e a tona uma amor compulsivo, doentio e com graves consequências.
Um namoro de 2 anos e 2 meses e um fim nada feliz.
Um amor conturbado, regado a loucuras, sexo, drogas, lágrimas, ciúmes e sangue.

1994.

O que parecia uma união de “ocos existenciais” teve um final nada convencional: Um pacto de amor e morte sugerido por Lenka e acatado por Gelpi.
O que parece ser, a primeira vista um romance a la Romeu e Julieta, se torna um pesadelo para Gelpi.
Cartas para familiares, amigos e advogados, preparação física e mental.
Estava tudo pronto.
Prontos?Ele faz um enorme corte abaixo do umbigo com uma espada oriental
Primeiro as damas:
Ela cravara um punhal em sua própria garganta.

Ainda não morri... Ajude-me - repetia Lenka.

Gelpi ajudou a namorada e como dizia a promessa, ele também teria que morrer.
Ele fez um corte abaixo do umbigo, que ia da extremidade esquerda a direita de sua barriga.

Lenka morrera. Gelpi... Não.

Condenado a 13 anos e trancafiado em uma prisão em Praga, é solto seis anos depois, por causa da saúde precária e do bom comportamento.
Suas más lembranças lhe renderam 2 livros: Pankrác EC II – Crônicas do Cárcere de Praga, e o mais recente, Morrer em Praga, escrito por Gelpi com ajuda da escritora Jeanette Rozsas.

Morrer em Praga

*Morrer em Praga é uma história de amor e pacto mortal, um suspense de tirar o fôlego, uma inquieta e desconcertante viagem à mente de um homem e sua dolorosa experiência. Tragédia e dor, sexo e delírio, sordidez e culpa. Tudo isso se mistura, enquanto o leitor vai virando as páginas, sem conseguir parar de ler. [...] Para purgar a dor, o autor-personagem teve a coragem de revisitar sua trágica história de amor. Ainda hoje, sonha com Lenka. Nas mãos de um bom diretor, Morrer em Praga dará um filme e tanto.


Minhas considerações finais.

Em um domingo chato e irritante, ligo a TV e me deparo com essa história.
Chamou-me atenção. Tudo nela me chamou atenção. O anuncio no jornal, o amor inconseqüente, o cenário da tragédia e o fim nada convencional do romance.
Gelpi, hoje, mora com amigos aqui no Brasil e faz acompanhamento psicológico e médico.
Ontem, me emocionei com as ultimas palavras de Gelpi na entrevista. Não decorei a risca, mas foi mais ou menos assim:
"Paguei o que devia a justiça dos homens. Sei que meu bom Deus já me perdoou. Eu sei que sou culpado. Sei que a culpa é minha, mas não gosto de falar... É muito intimo... A culpa é minha."
E assim se encerrou a entrevista.








*retirado do site:
http://www.geracaobooks.com.br/evento/texto.php?id=30

sábado, 6 de dezembro de 2008

"A minha vida é dura, duro é meu cabelo, é black power, tudo mundo quer ter meu cabelo"

Enquanto eu escuto 'esnoba - moinho da bahia' e sambo sentada na frente do computador, Fortaleza se acaba no calor de 32°c.
Sem sair de casa há uns 3 dias, eu posso dizer que tô transfigurada!
O cabelo enorme, olheiras horríveis (pra variar né?), pijama 24 horas...

"(Aí, eu disse)Que não sou nenhum mito
Me calo, não grito, mas fico aflito
Pois nunca conflito que é muito, normal
Sou desligado como uma tomada
E o amor que eu senti não valeu de nada
Pois tudo se acaba com um seriado banal"
Eu durmo mais do que como
Penso mais do que durmo
Sinto mais do que posso
e sou menos do que eu deveria ser...
"Ah, não tem nada não
Eu bem que me conheço
Sei que um dia eu viro a mesa
E mudo de endereço
E essa criatura por quem tenho apreço
Vai ficar cheia de culpa por me dar desprezo"
Segunda eu vou atrás do que fazer... Fazer nada é bom, mas por muito tempo é chato!
Vou me dar de presente mais uns dias de pseudo-férias e tomar um ónibus pro centro da cidade.
OH! me lembrei agora que não sei que ónibus se pegar pra chegar onde eu quero e pretendo!
P*** q*** p***** ao quadrado!
Ô MANHÊ! MANHÊ! A SENHORA VAI TER QUE IR COMIGO SEGUNDA, TÁ?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Cê á erre ene í éfe í cê í ene á

Carnificina.
Tem certas coisas na vida que são, literalmente, carnificinas.
Carnificina:
do Latim: carnificinas;
mortandade;
matança;
morticínio;
chacina.

Matam, mutilam, deixam marcas beeeeeeem profundas... Dói, arde, faz até o mais forte chorar!

Depois que a carnificina se encerra é hora da parte 2 do filme.

Vamos enxugar o suor e o sangue, levantar a cabeça mutilada e prosseguir (se conseguir).

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O.O

Me mata!!!
Essa ansiedade me mata!!!
Não tenho mais unha, nem estômago, nem juízo e nem paz.
Do pouco de alguma coisa, não me resta nada de nada.
Não durmo, só penso. Penso e repenso que todo penso é torto.
E quanto mais penso mais existo!
Mas se penso demais, não durmo e fico ansiosa.
Ando depressa, respiro depressa, como depressa e o tempo se arrasta.
Faço tudo depressa pro dia chegar, pra hora passar... Mas não passa.
Será que se nada passa eu também (ironicamente) não passei (mais um vez?).
Prefiro parar de pensar a ter que pensar numa coisa que, juro, eu realmente não queria pensar!
É amanhã...
E tá demorando tanto pra chegar...
E tudo isso me mata!!!
Essa ansiedade me mata!!!
Não tenho mais unha, nem estômago, nem juízo e nem paz...